sábado, 10 de abril de 2010









Jogos de Crianças
Pintor flamengo ,quis fixar num único quadro todos os jogos infantis que conhecia. Muitos dos jogos que ele mostrou foram identificados. Olhando para o quadro identifique quantos brinquedos estão reproduzidos. Esta pintura é de 1560 e as crianças divertem-se com objetos simples: paus, chapéus, aros, entre outros.
O estágio pré-operatório dos (2 a 6)

Na opinião de Piaget, o pensamento das crianças de três, quadro anos de idade ainda não é totalmente, e, por isso, o desenvolvimento cognitivo durante a primeira infância pode ser encarado como um processo de superação das limitações que estão no caminho do verdadeiro pensamento operatório.

O estágio das operações concretas dos (6 aos 10 anos)

Uma das diferenças principais entre a crianças pré-operacional é que a primeira não tem uma representação mental de uma série de ações.

Exemplo: Nos professores danos uma atividade recreativa um percurso com obstáculos para as crianças percorrer A criança de 5 anos pode fazer o percurso , mas quando pedimos para colocar no papel o que ela percorreu ela não consegue.
Já de operações concreta acredita que o comprimento, a massa peso e número permanecem constantes apesar de modificações superficiais em sua aparência externa.

Egocentrismos: refere à tendência para de “ concentra em si mesmo” em considerar o mundo inteiramente em termos do próprio ponto de vista

Exemplo: Não consegue diferenciar ele do resto do mundo, para ele a lua estar me seguindo ele não enxerga a parti da perspectiva de outra pessoa.

Jogos simbólicos

Para Leylanche e Pontalis, o jogo simbólico é a atualização do fantasma. Satisfação do desejo, o jogo, como o fantasma que ele expressa, tem por motivo um desejo insatisfeito buscando sua realização parcial. Mas o jogo não é alucinados, porque ele se insere nas coordenadas do espaço e do tempo ás quais a criança, quando brinca. Vamos pula com um pé só como o saci pererê, colocar um corda fala que é uma ponte, e embaixo estar cheio de jacaré.
Segundo (Gallahue,1987) Por meio das atividades rítmicas criativas imitativas e interpretativas, os alunos são conduzidos a explorar toda a sua criatividades, pois nelas símbolos ou objetos são manipulados a fim de produzir algo incomum, inédito ou fazer de maneira nova, ou não convencional, algo já existente.

O professor tem que saber explorar o potencial do aluno, possibilitando seu desenvolvimento natural e favorecer o despertar da criatividade.
Um fator muito importante a ser relevado é o de não adotar um didático massificante e mecânica (cópia de movimento), pois estaria tirando a individualidade da criança e bloqueando sua criatividade e espontaneidade.
O professor não deve ensinar ao aluno como se dançar, mas sim, favorecer a aprendizagem. Não deve demonstrar os movimentos, mas sim, criar condições para que o aluno se movimente.
A criança necessita de experiências que possibilitem o aprimoramento de sua criatividade e atividades que favoreçam a sensação de alegria (aspecto lúdico), e que, a partir daí, ela possa retratar o seu humor, através da liberdade de movimento, da livre expressão, e do desenvolvimento de outras dimensões contidas no inconsciente.
A dança associada á Educação Física, deverá proporcionar atividades geradoras de ação, favorecendo a estimulação para a ação e reforçar a auto-estima, a auto-imagem, a autoconfiança.
No quadro a cima consigo identificar desenvolvimento motor e aprendizagem motora.

Na primeira infância fase rudimentares o rápido desenvolvimento dos processos cognitivo superiores e dos processos motores encoraja rápidos ganhos nas habilidades motoras rudimentares nesse estagio. E desenvolvem os aspectos musculares de movimento grosso. Na segunda infância fase motora fundamental tem três estagio, inicial, elementar, inicial desenvolvem os aspectos musculares de movimento fino.
Estágio transitório em algum período, nos seus 7 ou 8 anos de idade começa a combinar e aplicar habilidades motoras fundamentais ao desempenho de habilidades especializadas no esporte e em ambientes recreativos. Cainhar numa ponte de cordas, pular corda as habilidades motoras transitórias contem os mesmo elementos da fundamentais só que mais especializados, uma precisão e controle maior.
Habilidades Motoras Discretas: Apresentam início e fim definidos(alcançar uma bola arremessada,atirar uma vara) Habilidades Motoras em série: Série de habilidades discretas
realizadas em sucessão rápida(driblar uma bola de basquete,abrir uma porta)
Habilidades Motoras Contínuas: Realizadas repetidamente durante um tempo arbitrário (pedalar uma bicicleta, nadar, tocar um violino) devido à maturação do córtex - pré-frontal maturação do ser humano é do proximal para o distal.
Assim, com o decorrer do desenvolvimento, a melhoria no desempenho motor da criança, em habilidades desportivas ou não, é influenciada pela maior velocidade com que estímulos e informações de “feedback” podem ser transmitidos através do seu sistema de
processamento de informações. Um fator importante na velocidade de processamento central é a quantidade de informação que envolve os efeitos de pelo menos três variáveis: complexidade da informação, tempo utilizável para o processamento e capacidade do sujeito.



























Referências:

MAGILL, R.A.
Gallahue,1987
Michael Cole e Sheila R. Cole pág. 355).
VERDERI, Èrica Beatriz Lemes Pimentel

domingo, 7 de março de 2010

Desenvolvimento e Crescimento

Resumo


Este trabalho é uma pesquisa sobre o Desenvolvimento Humano na Primeira Infância, nosso objetivo é mostrar a “evolução” do Humano a partir do seu nascimento. Cada ser se desenvolve Fisicamente e Psicologicamente de acordo com seu cotidiano, quando criança nos encontramos abertos para diversas formas de crescimento, aprendemos e desenvolvemos de acordo com as necessidades do corpo, muitas vezes aprendemos sozinhos, pois temos em nosso corpo um Sistema chamado Autônomo, ou seja, você supre uma necessidade sem que alguém precise te dizer o que fazer, seu corpo age sozinho.

Introdução

O desenvolver de uma criança esta na capacidade do corpo em reagir às necessidades de seu cotidiano, quando recém-nascidos temos como suporte a mãe, pois é nela que encontramos a imagem do “cuidar” a mãe significa segurança, com o passar do tempo, nosso corpo vai evoluindo aos poucos, além do crescimento e amadurecimento do corpo físico, temos o desenvolvimento psicológico, onde começamos a criar imagens e significados ao que vemos pela frente, daí criamos uma relação entre Surrealismo e Primeira Infância, devido ao fato de quando crianças não obter uma idéia concreta para alguma coisa.

Criança

Cuidar da criança é uma ação complexa que envolve diferentes fazeres, gestos, precauções, atenção, olhares. Refere-se a planejar situações que ofereçam à criança acolhimento, atenção, estímulo, desafio, de modo que ela satisfaça suas necessidades de diversos tipos e aprenda fazê-los de forma cada vez mais autônoma. Quando a criança percebe que esta sendo cuidada, sente-se segura. Aos poucos ela vai adquirindo autonomia para tentar fazer sozinha aquilo que fazia com auxílio de alguém, até o momento em que se torna independente, cuidando de si mesma. Com a experiência, ela aprende não apenas a cuidar de si, mas também a cuidar do outro.
Já educar a criança é criar condições para ela apropriar-se de formas de agir e de significações presentes em seu meio social, formas estas que a levam a constituir-se como um sujeito histórico. Ao fazê-lo, a criança desenvolve sua afetividade, motricidade, imaginação, raciocínio e linguagem, formando um auto conceito positivo em relação a si mesma.
Uma educação que cuida da criança propõe metas valiosas a sua aprendizagem e seu desenvolvimento e, além disso, seleciona experiências de aprendizagem socialmente relevantes e pessoalmente significativas.
Dados de pesquisa sobre o desenvolvimento infantil (particularmente os analisados 0,2 numa perspectiva sócio-histórica elaborada com base nos trabalhos de VYGOTSKY e WALLON, e ampliados a partir dos apontamentos trazidos pela Antropologia, Sociologia, Lingüística e outras ciências) apontam que a criança nasce com condições para interagir com parceiros mais experientes – seus pais, outros familiares, os educadores, outras crianças mais velhas – que lhe apresentam continuamente novas formas de se relacionar com o mundo a fim de compreendê-lo e transformá-lo. Ela tem voz própria e deve ser ouvida, pois é produtora de conhecimento, de cultura e de uma identidade pessoal. Por meio dos relacionamentos que a criança estabelece, não só com os adultos, mas também com outras crianças, ela nomeia objetos, imita pessoas ou outros elementos que observou, traça desenhos, formula perguntas, elabora respostas, constantemente significando o mundo a sua volta, influenciando-o e sendo influenciado por ele.
Vigotski trabalha em cima da obra de Piaget, que diz que uma criança com menos de 8 anos, não mantêm uma vida social estável, seu pensamento é autistico e esta ligado ao egocentrismo. ´´O pensamento autistico é subconsciente, isto é, os objetivos que persegue e os problemas que coloca a si mesmo não estão presente na consciência. Não está adaptado a realidade externa, mas cria pra si uma realidade de imaginação ou de sonhos.``(Citado por Vigotski; PIAGET, 29, PP. 59-60).

Conclusão

Concluímos que a criança na 1ª infância caracteriza, sobretudo pelo movimento, o espírito de aventura e descoberta, a necessidade de expansão, o egocentrismo e a fantasia.
A criança tem o seu estímulo, e dentro de seu pensamento egocêntrico, ela toma atitudes de acordo com o que ela pensa, e não de acordo com a realidade. Para se criar esse egocentrismo, a criança teve uma espécie de espelho, que pode ser a mãe, o pai ou uma pessoa mais próxima dela.

Referências

EDUCAÇÃO INFANTIL, elaborado pela DIRETORIA DE ORIENTAÇÃO TECNICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL, 2006.

VIGOTSKI.L.S, Pensamento e Linguagem, São Paulo, 1998.

RODRIGUE. M, PSICOLOGIA EDUCACIONAL, 1976, EDITORA MC GRAWHILL